
Deixa eu lembrar por onde começar....
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Era uma subida de calçamento de pedras, eu e o meu amor estavamos brincando na rua, éramos crianças, mas eu parecia ser como sou hoje, ela era uma criança, mas com a personalidade de hoje, brincavámos de alguma coisa que não lembro agora.
Ela me convida para irmos brincar em uma casa que fica umas duas casas abaixo, a sua mae e seu pai aparecem, mas eles não são os verdadeiros, tem outra fisionomia e a mae dela está com uma criança no colo, eles mencionam algo que não pude ouvir.
Fomos brincar nessa casa, quando chegamos lá ela aparece dentro da casa derrepente, presa, eu consigo ve la na janela, ela pede para que eu vá pegar uma coleção de revistas que ela tem em casa pra me mostrar.
Volto duas casas que supostamente ela morava, encontro um terreno recem arado algo dizia que tinha pego fogo, no outro lado da rua estão os pais dela, tem uma pessoa queimada no chão, que me parece ser adulto, mas algo dizia que era o filho que a mae segurava no colo.
Eles não demonstravam sentimento algum, volto ao terreno para encontrar as revistas, encontro um galinheiro e começo a procurar lá, mas não encontro nada, quando saio do galinheiro, vejo o pai deitado no terreno como se estivesse deitado em uma cama, com o filho no braço, o rosto do pai parecia parcialmente queimado, tudo indicava que estava morto, porem seus olhos começaram a se mecher, porém dormindo.
Volto a atravessar a rua onde os pais estavam antes, quando entro numa casa que há ali, acabo entrando em um guarda roupas, (junto com todas as cenas que ocorreram, ficava a imagem do meu amor, criança esperando as revistas presa na casa logo abaixo).
Comecei a procurar dentro do guarda roupas, mas era como se eu estivesse dentro dele mesmo, era apertado e eu subia as prateleiras que se tornavam um pouco espaçosas a medida que eu procurava essas revistas, haviam varios itens, roupas em cabide e caixas com umas coisas estranhas, até que encontrei uma caixa de sapatos com um monte de revistas com a mesma capa, peguei esta caixa e como a curiosidade era maior, tentei ver que revistas eram, eram como gibis, passei a mão sobre elas para sentir e passei os dedos para contar quantas tinham, e quando tentei tirar uma, ela não saia.
O pai dela veio me ajudar e disse para puxar a ultima, quando puxei sairam todas juntas uma grudada na outra e derrepente estavam todas escuras, pareciam tecido, então já não eram mais revistas e sim tres calças jeans dobradas no tamanho exato das revistas, eu disse ao pai dela que poderia jurar que eram revistas, ele riu e o cenario mudou.
Eu estava na minha antiga casa em outra cidade, atrás havia um terreno onde meu pai plantava, e estava sempre com a terra mechida, era um terreno grande, em volta eu via maquinas de fliperamas e soldados jogando, no meio do terreno tinha uma mesa de vidro, o cenario meio que intercalava entre uma laboratorio e o terreno onde eu morava.
Os soldados continuavam ali jogando um game que parecia de guerra, cada um tinha uma imagem diferente no monitor, porem todos estava no mesmo cenario de jogo, fiquei olhando eles jogarem, cada uma tinha uma arma, tipo um canhao de plasma(imaginem como preferirem esse canhão, tipo a arma do filme "DOOM") esses canhoes na verdade eram os joysticks do console, era como se eles se sentissem no jogo mesmo, lembro me de uma tela motrando seu jogador em um helicoptero, e esse soldado mira para o lado com o canhão e atira no soldado ao lado, fora do jogo, era como se estivesse jogado, mas ele atirava fora, mas não saia nada, pois era só de brincadeira, o soldado ao lado caiu e rindo saiu do jogo e deixou essa maquina livre, um deles pediu se eu queria entrar, disse que sim.
Quando fui iniciar o jogo ele me passou as instruçoes, mas não pude entender nada.
Entrei e derrepente apareceu uma tela azul bem no meu rosto quase me cegando, todos os soldados sairam correndo, gritando é "a matrix é a matrix" eu sem entender nada fiquei ali, o que me deu sono e eu acabei dormindo, e assim o sonho chega ao fim.





